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Mostrando postagens de 2017

Planos de Educação: um documento necessário

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O Brasil tem um grande desafio nos próximos anos: fazer com que todos os municípios e estados brasileiros efetivem Planos de Educação que possibilitem a melhoria da qualidade da educação em nosso país[1].
Os Planos de Educação são documentos, com força de lei, que estabelecem metas para que a garantia do direito à educação de qualidade avance em um município, estado ou país, no período de dez anos. Abordam o conjunto do atendimento educacional existente em um território, envolvendo redes municipais, estaduais, federais e as instituições privadas que atuam em diferentes níveis e modalidades da educação: das creches às universidades. Trata-se, pois, do principal instrumento da política pública educacional.

Sendo assim, os Planos de Educação são, também, um importante instrumento contra a descontinuidade das políticas, pois orientam a gestão educacional e referenciam o controle social e a participação cidadã.
Confira a reportagem na íntegra clicando aqui

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15 de outubro: Dia da Professora e do Professor!

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Que esse dia seja lembrado por todos e todas como uma data de reflexões... Reflexões sobre a importância do nosso trabalho, sobre a relevância da nossa incansável militância, e, acima de tudo, sobre a urgente necessidade de Políticas Públicas de Qualidade para o Magistério.

Acesso à educação infantil é um grande desafio

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Acesso à educação infantil no Brasil ainda é menor do que em outros países
De acordo com estudo da OCDE, 60% das crianças de 3 anos e 37% das de 2 anos estão na creche. As médias de outros países são de 78% e 39%, respectivamente.
Em 2015, 79% das crianças brasileiras de quatro anos estavam matriculadas na pré-escola. A taxa é menor do que a de outros países da América Latina como Chile (86%), México (89%), Argentina (81%) e Colômbia (81%). O número também é menor do que a média (87%) da Organização para Cooperação do Desenvolvimento Econômico (OCDE), que divulgou estes e outros dados no relatório Education at a Glance nesta terça-feira, 12 de setembro. O estudo avaliou índices dos 35 países membros da entidade e de outros parceiros (entre eles, o Brasil)[1].
Leia a íntegra aqui

Formação Inicial e Continuada terá novo modelo

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Formação de professores em atividade terá novo modelo
A Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) divulgou o Programa de Formação Inicial e Continuada para Professores da Educação Básica (Profic) no dia 22/09/2017 em Belém, durante a comemoração dos oito anos de atividades do Parfor na Universidade Federal do Pará (UFPA).
Segundo o diretor da CAPES
O novo programa vai atualizar o modelo do Plano Nacional de Formação de Professores da Educação Básica (Parfor). Entre as mudanças está o método de repasse. Os recursos financeiros serão repassados diretamente às instituições, com o objetivo de aumentar a eficiência da gestão. Também haverá mudança nos currículos dos cursos. “Precisamos de um projeto voltado para professores que estão em sala. A experiência deles tem que ser contemplada na formação”, enfatizou.
Para participar do Profic, instituições de educação superior (IES) atualmente integrantes do Parfor deverão apresentar novas propostas. O Parfor continua vigent…

Ensino Religioso Confessional nas Escolas Públicas: um grande retrocesso

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Os ministros decidiram que o ensino religioso pode ser confessional, ou seja, ter como professor o representante de uma religião específica.
Quando pensávamos que a perspectiva da pluralidade de ideias que estava sustentando a proposta da diversidade religiosa e que tais questões deveriam agora ser aprofundadas no sentido de incluir todas as religiosidades no debate educacional, nos deparamos com um triste retrocesso, que recoloca as religiões dominantes no leme das proposições.
Conforme destaca a Agência Brasil (EBC)[1]
O plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu por 6 votos a 5, que o ensino religioso nas escolas públicas pode ter natureza confessional, isto é, que as aulas podem seguir os ensinamentos de uma religião específica.
Essa decisão contrapõe a proposta da Procuradoria-Geral da República (PGR) de 2010, quando destaca que o ensino religioso deve se pautar em princípios e conhecimentos que reconheçam a importância das diversas doutrinas, com foco no debate e na reflexão…